AGRICULTURAS SILENCIADAS

BODERNAVE, PAULO FREIRE E A BIODIVERSIDADE INDÍGENA E QUILOMBOLA NO SÉCULO XXI

Autores

  • Eduardo Amorim Ás Inovação
  • Carolina Dantas Figueiredo UFPE

DOI:

https://doi.org/10.55738/alaic.v24i50.1304

Palavras-chave:

comunicação rural, paulo freire, juan diaz bodernave, agriculturas silenciadas, povos indígenas, Comunidades quilombolas

Resumo

Este artigo discute o legado de Juan Díaz Bordenave, articulando sua obra com a “cultura do silêncio” de Paulo Freire e as perspectivas de povos indígenas e quilombolas. Propõe a categoria “agriculturas silenciadas” para compreender as formas de exclusão histórica de saberes tradicionais e sua relação com a comunicação rural no século XXI. A análise evidencia como modos, meios e gêneros comunicacionais em transição, das rádios comunitárias às plataformas digitais, podem contribuir para enfrentar desafios como mudanças climáticas, desertificação e colonialismo químico, valorizando epistemologias decoloniais e interculturais.

Biografia do Autor

Carolina Dantas Figueiredo, UFPE

Professora do Departamento de Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco. Doutora em Comunicação Social pela Universidade Federal de Pernambuco. Mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco. Possui graduação em Jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco e graduação em Administração de Empresas pela Universidade de Pernambuco. Atualmente realiza pesquisas em redes sociais digitais, desinformação, movimentos sociais e ciberativismo. Foi orientadora do autor principal deste arquivo no Mestrado e Doutorado

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Publicado

28.05.2026

Como Citar

AMORIM, E.; FIGUEIREDO, C. AGRICULTURAS SILENCIADAS: BODERNAVE, PAULO FREIRE E A BIODIVERSIDADE INDÍGENA E QUILOMBOLA NO SÉCULO XXI. Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación, [S. l.], v. 24, n. 50, 2026. DOI: 10.55738/alaic.v24i50.1304. Disponível em: https://www.revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1304. Acesso em: 9 out. 2026.