AGRICULTURAS SILENCIADAS
BORDENAVE, FREIRE Y LA BIODIVERSIDAD INDÍGENA Y QUILOMBOLA EN EL SIGLO XXI
DOI:
https://doi.org/10.55738/alaic.v24i50.1304Palabras clave:
comunicação rural, paulo freire, juan diaz bodernave, agriculturas silenciadas, povos indígenas, Comunidades quilombolasResumen
Este artículo analiza el legado de Juan Díaz Bordenave, conectando su obra con la "cultura del silencio" de Paulo Freire y las perspectivas de los pueblos indígenas y quilombolas. Propone la categoría "agriculturas silenciadas" para comprender la exclusión histórica de los conocimientos tradicionales y su relación con la comunicación rural en el siglo XXI. El análisis destaca cómo los modos, medios y géneros de comunicación en transición, desde las radios comunitarias hasta las plataformas digitales, pueden contribuir a abordar desafíos como el cambio climático, la desertificación y el colonialismo químico, valorando las epistemologías decoloniales e interculturales.
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