#HABLEMOSDECONSENTIMIENTO Y #YANONOSCALLAMOSMAS
CONTRANARRATIVAS FEMINISTAS ANTE ABUSOS SEXUALES
DOI:
https://doi.org/10.55738/alaic.v25i52.1434Palabras clave:
Activismo, Plataformas de redes sociales, Epistemología feministaResumen
El artículo analiza los repertorios utilizados por dos experiencias desarrolladas en Argentina entre 2011 y 2019 como instancias de resistencia y contranarrativas a la cultura de la violación: la Marcha de las Putas y las denuncias #YaNoNosCallamosMas de abusos sexuales en el ámbito musical. Ambas generaron fricción epistémica en las creencias y la inteligibilidad de los abusos sexuales, mediante el uso habilidoso de diferentes tácticas, en particular, digitales y acompañaron a jóvenes y mujeres testimoniantes, con ciertas reacciones. Lograron visibilidad en plataformas y medios de comunicación
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