O COLETIVO ELAS POR ELAS PROVIDÊNCIA

UMA PRÁTICA DE RESISTÊNCIA À PRECARIZAÇÃO DA SAÚDE DE TRABALHADORAS POR PLATAFORMAS DIGITAIS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.55738/alaic.v25i52.1427

Palavras-chave:

Mulheres Periféricas; Impactos na Saúde;, Trabalhadoras Plataformizadas, MIDIATIZAÇÃO

Resumo

O objetivo deste artigo é refletir sobre como a midiatização das narrativas sobre a saúde e segurança das trabalhadoras plataformizadas, podem agravar outras inúmeras vulnerabilidades atravessadas por interseccionalidades. Por outro lado, como a comunidade gerativa, pode representar uma prática de resistência, a exemplo da experiência do Coletivo “Elas por Elas Providência”. Para tanto, seguimos um percurso metodológico composto por revisão bibliográfica com enfoque nas temáticas de gênero e precarização do trabalho, associada à realização de entrevistas em profundidade com mulheres tanto sobrevivem como lutam para mudar este cenário.

Biografia do Autor

Solange I. Engelmann, UFF

Doutora em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul/PPGCOM, mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Uberlândia/PPGCS, especialista em Gestão de Mídias Digitais pela UNINTER. Possui graduação em Comunicação Social - Jornalismo, pelo Centro Universitário de Maringá. Entre setembro e dezembro de 2023 lecionou como professora substituta do Departamento de Jornalismo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ); entre julho de 2018 e agosto de 2020 lecionou como professora Adjunta no Curso de Jornalismo do Instituto Superior e Centro Educacional Luterano Bom Jesus - IELUSC, Joinville, SC. Integra o grupo de pesquisa do Laboratório de Investigação em Comunicação Comunitária e Publicidade Social (LACCOPS) e o grupo de pesquisa em Economia Política da Comunicação e Hegemonia (Epocha), ambos do Instituto de Artes e Comunicação Social, da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Tatiane Mendes Pinto, Universidade Federal Fluminense

Professora e pesquisadora em Comunicação Social, Cinema e Fotografia. Jornalista. Fotógrafa. Pós doutorado em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense com pesquisa em desinformação científica e linguagens audiovisuais. É pesquisadora do INCT-DSI/UFF e membro do Centro de Referência de Ensino do Combate à Desinformação (CODES). Doutora em Comunicação Social pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

Patrícia Gonçalves Saldanha, Universidade Federal Fluminense

Profª Drª Associada do Departamento de Comunicação Social e membro permanente do Programa de Pós Graduação em Mídia e Cotidiano da Universidade Federal Fluminense (PPGMC/UFF) Mestrado (2003) e Doutorado (2009) em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Pós doutorado em Publicidade Sensorial na mesma instituição. Fundadora, Coordenadora Geral e líder pelo CNPq do Grupo de Pesquisa intitulado ‘Laboratório de Investigação em Comunicação Comunitária e Publicidade Social (LACCOPS). Co-fundadora do INPECC - Instituto Nacional de Pesquisa em Comunicação Comunitária. Contemplada pelo Edital “Apoio a grupos Emergentes de Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ.2020-2025). Coordenadora do projeto “Plataforma ‘Saúdes Raras”:a midiatização da plataforma Saúdes Raras : uma tática de resistência à mercantilização da saúde”. Vice-Coordenadora (2012-2016) e Coordenadora (2016-2018) do GT de Cidadania do ALAIC; Coordenadora do Intercom Jr. Publicidade. (2015). Coordenadora do Intercom Jr. Cidadania(2016-2018). Membro do Conselho Científico do Congresso Ibero-Americano de Publicidade, Vice-coordenadora do GT Comunicação e Cidadania da Compós e Coordenadora do GT Midiatização e Saúde do Midiaticom.

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Publicado

19.10.2026

Como Citar

ENGELMANN, S. I.; PINTO, T. M. M. .; SALDANHA, P. G. . O COLETIVO ELAS POR ELAS PROVIDÊNCIA: UMA PRÁTICA DE RESISTÊNCIA À PRECARIZAÇÃO DA SAÚDE DE TRABALHADORAS POR PLATAFORMAS DIGITAIS. Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación, [S. l.], v. 25, n. 52, 2026. DOI: 10.55738/alaic.v25i52.1427. Disponível em: https://www.revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1427. Acesso em: 19 out. 2026.