BAHSESE DO VENTRE DA FLORESTA

O FEMINISMO COMUNITÁRIO DE MULHERES INDÍGENAS COMUNICANTES NO BRASIL

Autores

  • Raquel Gomes Carneiro Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.55738/alaic.v25i52.1421

Palavras-chave:

Feminismo Comunitário, Etnomultimídia Indígena, Transmetodologia, Cidadania Etnocomunicacional

Resumo

O texto reflete sobre o feminismo comunitário presente em vozes femininas que narram a história da Comunicação Indígena no Brasil, dos anos 1970 até hoje. A partir da Transmetodologia, se reafirma a urgência da abertura epistêmica ao diálogo e à escuta das sabedorias indígenas, para a porção de práticas descolonizadoras. Yebá Belō e Sukuryu-tapuya nos conduzem pela “Canoa-Serpente” desses conhecimentos, explorando etnomultimídia e três premissas teórico-metodológicas em confluência com pensadores indígenas, articulando narrativas ancestrais e contemporâneas e apontando horizontes teóricos e práticos para a pesquisa em comunicação indígena.

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Publicado

19.10.2026

Como Citar

GOMES CARNEIRO, R. BAHSESE DO VENTRE DA FLORESTA: O FEMINISMO COMUNITÁRIO DE MULHERES INDÍGENAS COMUNICANTES NO BRASIL . Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación, [S. l.], v. 25, n. 52, 2026. DOI: 10.55738/alaic.v25i52.1421. Disponível em: https://www.revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/1421. Acesso em: 19 out. 2026.