BAHSESE DO VENTRE DA FLORESTA
O FEMINISMO COMUNITÁRIO DE MULHERES INDÍGENAS COMUNICANTES NO BRASIL
DOI:
https://doi.org/10.55738/alaic.v25i52.1421Palavras-chave:
Feminismo Comunitário, Etnomultimídia Indígena, Transmetodologia, Cidadania EtnocomunicacionalResumo
O texto reflete sobre o feminismo comunitário presente em vozes femininas que narram a história da Comunicação Indígena no Brasil, dos anos 1970 até hoje. A partir da Transmetodologia, se reafirma a urgência da abertura epistêmica ao diálogo e à escuta das sabedorias indígenas, para a porção de práticas descolonizadoras. Yebá Belō e Sukuryu-tapuya nos conduzem pela “Canoa-Serpente” desses conhecimentos, explorando etnomultimídia e três premissas teórico-metodológicas em confluência com pensadores indígenas, articulando narrativas ancestrais e contemporâneas e apontando horizontes teóricos e práticos para a pesquisa em comunicação indígena.
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